quinta-feira, 18 de junho de 2015

Comida árabe e brasileira no mesmo lugar

Quem é de SJC conhece bem o Al Badah, restaurante de comida árabe muito tradicional na cidade. Mas é fato que nem todo mundo gosta desse tipo de cozinha. Então o que fazer quando metade da família quer comida árabe e a outra não?
Uma das opções é dar um pulo lá no Aquarius. Nesse bairro existe uma unidade do Al Badah que divide o espaço com o restaurante Dona Jandira. Esse último bastante presente nos Shoppings da região.
Estivemos a noite lá, e o Dona Jandira que tem o costume de ter comida "por quilo" no almoço, a noite passa a oferecer caldinhos, porções, sandubas e fondues (pelo menos era isso que dizia o cardápio).
Dessa vez eu troquei as esfihas por um sanduíche de carne seca. Infelizmente não tinha baguete, mas o garçom ofereceu um pão de hamburguer feito com a mesma massa. Posso dizer que o sanduba é muito bem servido e ainda acompanha batatas.
É verdade que a noite o movimento do lugar é baixo, a maioria vai so local por causa do Al Badah. Contudo o atendimento do Dona Jandira se mostrou melhor e mais prestativo. Ah, apesar de ambos os restaurantes dividirem o espaço, cada um cobra sua conta. Em outras se você pedir um prato de cada lugar, você vai ganhar duas contas.
O lugar não é chique nem nada, mas oferece uma comida boa comida; principalmente para aqueles dias que você tem preguiça de cozinhar!

terça-feira, 16 de junho de 2015

Empório na Vila Ema

A Vila Ema é um bairro com diferentes restaurantes em SJC. Lá você pode encontrar comida árabe, mexicana, italiana, bares, churrascaria, entre outros.
Dessa vez fui experimentar o Empório Victória. Já passei muitas vezes na frente dele a noite, mas estava sempre vazio; então dessa vez resolvi entrar.
Logo na entrada você vai encontrar um pequeno empório onde vai encontrar azeites, queijos, massas, biscoitos e outros produtos que não vai achar tão facilmente na cidade.
Numa sala ao lado estão as mesas. Logo que entrei pude escolher a mesa, não havia nenhuma reserva para a noite. Após alguns minutos sentados você vai logo notar que poderia existir uma musiquinha ambiente. Além disso, poderia haver uma iluminação mais forte sobre as mesas, achei que estava um pouco escuro.
O cardápio possui pratos bem elaborados como pato, hamburguer, bacalhau, massas com tinta de lula e risotos. Escolhi um ravioli de brie com pêra ao molho de sálvia. O prato era bem servido e estava bem feito. Minha esposa escolheu um linguine ao basílico, o qual estava muito bom também. O molho poderia estar um pouco menos doce.
Depois de um tempo chegaram outros casais, até que metade das mesas foram ocupadas praticamente. Na parte de cervejas não havia nenhuma diferente, o que pode ser um pouco estranho dado que é um empório. Quanto à carta de vinhos não cheguei a olhar, mas pelo que vi tinha uma adega bem abastecida em termos de quantidade.
Enfim, é um lugar com comida bem feita, mas talvez com preço acima da média de SJC. Tudo bem que havia pratos como pato, mas mesmo assim os valores eram praticamente os de SP. De qualquer vale a pena uma ida ao empório e se estiver com fome é só se sentar ao lado!

Empório Victória
Praça Pedro Américo, 56 - Jardim Maringa, São José dos Campos
Tel.: (12) 3942-3871

domingo, 14 de junho de 2015

Os cortes do filé mignon

O filé mignon aparece nos cardápios de restaurantes sob diversas formas: escalope, picadinho, medalhão, tornedor, paillard e chateaubriand. Apesar de diferentes nomes, todos vêem da mesma peça. Aliás, uma boa forma de economizar um pouco é comprar uma peça de filé mignon inteira. Ela pode ser um pouco grande, mas por outro lado normalmente é bem mais barata do que se comprarmos os medalhões em separado, por exemplo.
Basicamente o chateaubriand é a peça  maior do filé mignon (normalmente pesa uns 400g) e vem do coração da peça. O tornedor, basicamente é metade do chateaubriand, enquanto que o medalhão por sua vez corresponde a metade (mais ou menos) de um tornedor.
Então na verdade, medalhão, tornedor e chateaubriando são todos da mesma parte do boi, sendo que a diferença é a espessura de cada um dos cortes.
Com as pontas, normalmente as pessoas fazems os escalopes, que são bifes menores e mais finos, picadinhos (principalmente para estrogonofe) e o paillard. Esse último é aquele bife bem fininho que é feito com o auxílio de um martelo para abrir a carne.
Falando assim pode parecer meio complicado, então para ajudar eu fiz uma pesquisa na internet para achar um vídeo para facilitar as coisas. Então dê uma olhada nesse link onde o Wessel explica como cortar o filé mignon (não tem todos os cortes que mencionei, mas dá para ter uma boa idéia).Um outro vídeo que dá uma boa idéia também é está nesse outro link.
Ah, não esqueça de ter uma faca bem afiada para fazer os cortes, pois além de cortar, muitas vezes a peça de filé mignon vem com uma parte de nervos bem fina e daí a necessidade dela para fazer a limpeza da carne. Na primeira vez você vai demorar um pouco para fazer, mas não depois de uma ou duas vezes você pega a prática. O bom da peça inteira é que você pode congelar o que não for usar, evitando diversas idas ao mercado!

domingo, 7 de junho de 2015

Arroz para festa junina

E chegou o mês das festas juninas! E com elas todos os diferentes pratos salgados e doces!

Muita gente espera ansiosamente a chegada de junho para comer bolinho caipira, milho verde, canjica, curau, paçoca, etc. Existem muitas quermesses em SJC, mas cada vez mais a comida está saindo do tradicional. Apesar do bolinho caipira ainda ser o campeão, agora as barraquinhas estão oferecendo hambúrguer e pizza também. 

Nessa época também temos pinhão! E aproveitando que ganhei um saco cheio de pinhão do meu amigo Marco, então resolvi procurar alguma receita no estilo junino para usar o ingrediente. Nas minhas buscas, achei um arroz com pinhão, queijo e couve. Dei uma adaptada na receita para facilitar a vida sem perder o sabor, aí vai:

Ingredientes:

3 xicaras de arroz

1/2 maço de couve cortada bem fininha

1 cebola

1 dente de alho

4 espetinhos de queijo coalho cortados em cubinhos

300 g de pinhão cozido e já descascado e picado

Passo a passo:

1. Pique a cebola e o alho e refogue no azeite junto com o pinhão picado

2. Tempere com sal e pimenta e adicione o arroz

3. Acrescente água e cozinhe o arroz

4. Em uma outra panela refogue a couve com um pouco de azeite e reserve

5. Quando o arroz estiver cozido, misture o queijo e na hora de servir a couve

Pronto, o mais trabalhoso fica por conta de descascar o pinhão, mas vale a pena. A combinação que pode parecer meio inusitada até que fica bem saborosa. Esse arroz acompanha bem uma carne e para aqueles que são vegetarianos pode servir também de prato principal!

Para dar um gostinho a mais, sugiro cozinhar o arroz num caldo de carne, de preferência um natural que você faz quando cozinha carne na panela de pressão, por exemplo. Nesse cado os vegetarianos pidem reclamar, mas daí então use um caldo de legumes!

domingo, 31 de maio de 2015

Comida para esquentar o inverno: raclette

Esse post está meio atrasado, mas como fazia tempo que não escrevia por aqui, então resolvi escrever dois posts hoje.
Você gosta de raclette? E de queijo com batatas? Pois bem, raclette nada mais é do que batatas, queijo e outros complementos. Raclette na verdade é um queijo originário do canton du Valais na Suíça. Segundo a receita suíça, esse queijo é colocado próximo a uma fonte de calor para derreter. Ele então é raspado e colocado sobre uma batata cozida.
Hoje em dia existem diferentes variações desse prato (variações francesas e belgas por exemplo). Eu costumo fazer a variação francesa que usa o aparelho elétrico onde todo mundo pode fazer o seu individualmente ao mesmo tempo (em francês esse aparelho chama raclonette). Infelizmente o queijo raclette é muito caro e difícil de encontrar no Brasil, lá fora ele costuma ser bem barato. Sendo assim, eu sugiro usar qualquer outro tipo de queijo que derreta ou mesmo uma combinação deles. Dessa vez eu usei gouda, estepe, gruyere e emental.
Além da batata cozida eu costumo ter outros acompanhamentos diversos como frios em geral e legumes ou verduras cozidas. Nas fotos abaixo tem brócolis, aspargos, cogumelos frescos e peperone. 
O legal é que as pessoas se reúnem ao redor da mesa e vão coversando enquanto preparam seus pratos, enquanto a resistência da raclonette aquece o ambiente.
Não precisa ter uma raclonette para experimentar essa comida, você pode também derreter o queijo numa frigideira ou forninho elétrico. O importante é a companhia dos amigos e família na hora de comer! Pode ter certeza que o pessoal vai comer bastante e vocês darão boas risadas!
Ah, quanto a receita, eu costumo calcular pelo menos 3 batas médias por pessoas e pelo menos uns 250 g de queijo por pessoa. De resto, vai meio que no olhômetro! Para acompanhar abra um vinho e divirta-se!

Paella no interior

Depois de uma semana corrida sem tempo para escrever no blog, finalmente uma postagem nova!
Desa vez é sobre um daqueles lugares escondidos com uma boa comida, nesse caso, mais precisamente a paella!
A paella é um representante da cozinha espanhola. O nome do prato vem do fato dele ser preparado na paellera. Está é uma espécie de tacho com pelo menos 30 cm de diâmetro. O formato dele favorece o cozimento por igual e nele também são preparados o arroz negro e o fideuá.
O restaurante em questão é o Mirante do Paraíba localizado em Guararema. Especializado em frutos do mar, às quintas a noite ele oferece um festival de paella, onde por um preço fixo você pode comer o quanto puder!
A paella é muito bem servida com frutos do mar diversos: camarão, polvo, lula, mexilhões, peixes ... Tudo muito bom e em farta quantidade. Ao contrário da tradicional paella que usa açafrão, nessa o arroz é cozido apenas no caldo dos dos frutos do mar. Isso faz com que o arroz fique escuro sem a coloração amarela.
Apesar da coloração não ser muito convidativa, o sabor está lá! Pena que essa comilança seja apenas na quinta. Nos demais dias a paella é servida como prato a la carte, mas um dos grandes baratos é ver a paella sendo preparada.
Enfim, existem outros pratos para experimentar, mas se você gostar de paella, dê um pulo na quinta!

Mirante do Paraíba
Rua Admeleto Gasparini, 4509 – Freguesia da Escada, Guararema
Tel.: (11) 4693-6055

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Substituindo o creme de leite do risoto de quinoa

Muita gente gosta de creme de leite, só que colocá-lo em todas as receitas não é muito bom para a boa forma e saúde.
Outro dia encontrei um creme de castanhas da Bioporã chamado Multi Nutty. Lendo o rótulo, uma das sugestões era utilizá-lo no lugar do creme de leite em risotos. Então por que não?
A idéia foi fazer um risoto mais natureba, então utilizei como base a receita do risoto de quinoa com limão confit e cenoura do mestre Claude Troisgos. Ele já fez essa receita em um dos Que Marravilha!
A receita é para duas pessoas.

Ingredientes:
175g de quinoa cozida (usei quinoa real mista)
1 punhado de uvas passas (sugiro deixar de molho na água por uns 10 minutos)
1 cenoura ralada
3 chalotas (cebola pequena de aperitivo) picadas
1 colher de sobremesa de limão confit picadi
2 colheres de sopa do creme de castanhas Multi Nutty
75g de parmesão ralado
Manjericão picado a gosto

Passo a passo:
1. Refogue a cebola e o limão confit em azeite até dourar
2. Adicione a quinoa cozida e o creme de castanhas
3. Mexa bem e adicione as uvas passas e o parmesão
4. Por fim coloque a cenoura com o manjericão e dê mais uma boa mexida

Pronto! Eu acompanhei com um medalhão de filé mignon, mas só o risoto também já fica bom. Esse é um bom risoto para is vegetarianos, vegans, naturebas ou simplesmente quem quer comer algo diferente.